O presidente Jair Bolsonaro convocou uma reunião ministerial de emergência para esta quarta-feira, 26, no Palácio da Alvorada, com a presença dos comandantes do Exército, Freire Gomes; da Marinha, Almir Garnier Santos, e da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista Junior.
O encontro foi chamado foi chamado após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitar o pedido da campanha de Bolsonaro para suspender a veiculação das inserções do candidato do PT ao Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva, em rádios de todo o País.
O comitê de Bolsonaro alega que as rádios deixaram de veicular ao menos 730 comerciais de sua campanha. Para o presidente do TSE, Alexandre Moraes, porém, a denúncia não tem base documental nem “qualquer indício mínimo de prova”.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, rejeita pedido apresentado pela campanha do presidente Jair Bolsonaro contra o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, sob o argumento de não ter encontrado fatos e provas que confirmem as denúncias.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, rejeita pedido apresentado pela campanha do presidente Jair Bolsonaro contra o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, sob o argumento de não ter encontrado fatos e provas que confirmem as denúncias. Foto: Eraldo Peres/AP
Aliados de Bolsonaro querem que Bolsonaro use o episódio para pedir o adiamento do segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo, 30. Além da reunião ministerial, Bolsonaro também convocou uma entrevista coletiva de imprensa.
A expectativa anterior era de que o presidente viajasse de Minas Gerais diretamente para o Rio de Janeiro, onde ele terá agenda de campanha nesta quinta-feira, 25. O avião de Bolsonaro, porém, ficou parado durante meia hora na Base Aérea, enquanto ele era informado, por telefone, sobre a decisão de Moraes. Diante do impasse com o TSE, o presidente decidiu retornar para Brasília entre as duas viagens,



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