Liz Truss, ex-primeira-ministra do Reino Unido que renunciou na quinta-feira, 20, está elegível para receber subsídio anual financiado pelos contribuintes no valor de 115 mil euros (R$ 585 mil, na cotação atual) para o resto da vida. O benefício é chamado de ‘Subsídio de Custos de Serviços Públicos’ e pretende reembolsar do governo para funcionários e custos salariais incorridos por ex-primeiros-ministros decorrentes de “sua posição especial na vida pública”. Liz ficou apenas 45 dias no cargo depois da saída de Boris Johnson. A concessão do benefício para Truss deixou os oponentes políticos incomodados. “Não há como ela ter permissão para acessar o mesmo fundo vitalício que seus antecessores recentes – todos os quais serviram por mais de dois anos”, disse Christine Jardine, porta-voz do Gabinete dos Liberais Democratas. Para o líder do Partido Trabalhista, a ex-primeira-ministra deveria recusar o subsídio. “Ela não conquistou o direito a esse direito. Na minha opinião, ela deveria recusar”, disse Keir Starmer.


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