Um terço das cadeiras no Senado está em jogo nas eleições de 2022. A Casa tem 81 vagas, mas somente 27 – uma por unidade federativa – serão disputadas. Entre os 27 parlamentares em fim de mandato, 13 concorrem à reeleição, o que representa 48% – menos da metade, portanto.
Com isso, mais da metade dos eleitos no próximo 2 de outubro serão, necessariamente, novos nomes em relação à composição atual do Senado, o que manterá a taxa de renovação em alta.
Nas últimas eleições gerais, em 2018, o Senado registrou a maior renovação de sua história: das 54 vagas disputadas, 46 – o que representou 85% – tiveram seus ocupantes trocados. De cada quatro senadores que tentaram se reeleger, três não foram reconduzidos ao cargo.
Os senadores em fim de mandato
A maior parte dos 81 senadores faz parte do Centrão. O MDB, por exemplo, tem a maior bancada, com 12 integrantes.
O PSD conta com 11 parlamentares. PL, Podemos, União Brasil e PP têm oito cada. O PT soma sete; e o PSDB, seis. As demais legendas não chegam a cinco senadores.



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