Pesquisadora que atuava em núcleo da Universidade de São Paulo (USP).
Michele Prado ameaçou se matar devido aos ataques que vem sofrendo de grupos de esquerda.
Ela diz que virou alvo nas redes sociais após “corrigir” dados de uma pesquisa envolvendo as enchentes no Rio Grande do Sul e o sentimento da população na internet.
“Esse pessoal só vai parar quando eu me matar”, escreveu a pesquisadora, nesta terça-feira (14/5), em seu perfil no X [antigo Twitter].
Na mesma rede social, após dar publicidade à “correção”.
Ela anunciou ter sido desligada de um grupo de pesquisas sobre extremismo, do qual participava.
“Amigos, informo a todos que, a partir de hoje, continuo meu trabalho de pesquisa e prevenção/combate aos extremismos de forma independente, pois fui desligada.
hoje pela manhã, do grupo de pesquisa da USP no qual muito aprendi durante o último ano”, escreveu.
De acordo com Michele Prado, o cyberbullying começou depois que a pesquisadora questionou dados apresentados na mídia e pelo ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência.
Paulo Pimenta, de que as fake news estavam atrapalhando o trabalho de resgate das vítimas das enchentes no RS.
Em uma publicação na qual Pimenta falava que “o número de fake news correndo as redes sociais quadruplicou desde o início da tragédia no Rio Grande do Sul” e acusava a extrema direita pela disseminação das notícias falsas, Michele Prado comentou: “Qual estudo, ministro?”.



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