Num percurso parecido com o traçado pelo ditador Daniel Ortega, a Venezuela de Nicolás Maduro ordenou a intervenção na Cruz Vermelha, acendendo o alerta das entidades de direitos humanos sobre a perseguição às ONGs que operam no país.
Em maio passado, o regime nicaraguense extinguiu o organismo humanitário e criou às pressas a sua própria versão, a Cruz Branca, após confiscar todos os seus bens.
Embora não tão radical, a medida é preocupante na Venezuela: sob o pretexto de uma ampla reestruturação da organização, a intervenção foi determinada pelo Tribunal Supremo de Justiça, acatando um pedido do procurador Tarek William Saab.



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