Flordelis usava celular para conversar com namorado

Acompanhe Ao vivo Baixe o Aplicativo click na Imagem

Acompanhe Ao vivo Baixe o Aplicativo click na Imagem

Agentes da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro (Seap) encontraram um celular na cela do presídio onde a ex-deputada e pastora Flordelis está presa. Ela é acusada de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, e aguarda julgamento no presídio Talavera Bruce, em Bangu (RJ).

A ex-deputada utilizava o aparelho para conversar com o namorado, o produtor artístico Allan Soares. Eles estão juntos desde agosto do ano passado, pouco antes de Flordelis ser presa.

Anúncios

Segundo a Seap, a apreensão ocorreu em 11 de maio. A Corregedoria instaurou uma sindicância para apurar o caso e aplicou uma sanção à pastora. À época, Flordelis afirmou que o aparelho era de outra detenta, que o jogou pela grade da cela, no entanto, ela usava o celular. As mensagens já haviam sido apagadas quando o telefone foi apreendido.

Anúncios

Após o caso, Flordelis foi levada para uma cela isolada, porém, saiu por recomendação médica.

O julgamento da pastora está marcado para o próximo 7 de novembro. Ela responde por homicídio triplamente qualificado, motivo torpe e emprego de meio cruel e de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação criminosa armada.

O pastor Anderson Carmo foi executado a tiros na porta de casa em junho de 2019. Além dela, serão julgados três filhos e uma neta, acusados de participarem do crime.

Em nota, a defesa de Flordelis afirmou que o telefone foi usado apenas uma vez. Segundo os advogados, o caso passou a ser usado como “objeto de chantagens e ameaças, onde a vida e a incolumidade física da pastora e das filhas foram pautadas” dentro do presídio.

“A despeito disso, a defesa procurou a diretora da unidade e, em função de sua ausência no dia, falou com a subdiretora, que nos comunicou que a Corregedoria da SEAP já teria sido acionada e que o problema seria sanado. Cobramos a abertura formal do PAD (Processo Administrativo Disciplinar) que até aquele dia se encontrava irregular, não constando no sistema como era o correto, o que dias depois aconteceu sendo esta defesa notificada a acompanhar”, continua a nota.

“Ao contrário do que está exposto no dia de hoje e servindo como base para a acusação pedir duras medidas contra ela, a pastora Flordelis é vítima dessa trama e provará através dos canais competentes que mais uma vez é criminalizada e exposta por coisas que efetivamente não fez.” As informações são do Metrópoles

Acompanhe Nossa Pagina no Facebook

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*