Moscas carnívoras extintas há quase 200 anos são descobertas por guarda-florestal na França

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Moscas carnívoras conhecidas como águias-pescadoras, da espécie Thyreophora cynophila que eram dadas como extintas desde 1836 foram encontradas em um parque nacional no sul da França.

A descoberta foi feita por um guarda-florestal, que durante o expediente no Vale do Ossau, região montanhosa onde fica o parque, encontrou um amontoado de moscas rondando os restos mortais de um javali.

O homem ficou surpreso ao reparar que não eram moscas comuns, já que essa espécie se diferencia por ter a cabeça laranja, corpo de coloração azul metálica e as asas com um par de manchas pretas.

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A mosca foi documentada pela primeira vez no século 18 por um botânico alemão, e se caracteriza por ser mais ativa no inverno. Com exceção desse registro, não era encontrada havia mais de 200 anos

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Esse registro atual se soma a um caso de 2009, em que um fotógrafo também conseguiu capturar a imagem da mosca.

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Especialistas em insetos acreditam que a espécie permaneceu sem ser vista por tanto tempo devido à sua maneira de buscar alimentos, que normalmente ocorre à noite, no inverno e em regiões de difícil acesso, o que torna difícil que profissionais especializados consigam observá-los.

Diversos animais foram devolvidos a um zoológico no sudoeste da França, nesta quarta-feira (3), após terem sido retirados do local por causa de um incêndio

O fogo na região onde está o zoológico começou em 12 de julho e destruiu quase 21 mil hectares de floresta em 12 dias em Landiras e em La Teste-de-Buch, na bacia de Arcachon

Um leão adulto precisou ser retirado de seu recinto para escapar das chamas e agora foi devolvido ao zoológico em La Teste-de-Buch

O retorno ao zoológico exige também uma nova adaptação dos animais. Alguns macacos, por exemplo, saem das caixas usadas no transporte muito desconfiados com a situação

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Um mico-leão-dourado, macaco que é encontrado apenas na mata atlântica, também está entre os animais devolvidos ao La Teste-de-Buch

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