Treze mortos em operação no Complexo do Alemão já foram identificados

Acompanhe Ao vivo Baixe o Aplicativo click na Imagem

Acompanhe Ao vivo Baixe o Aplicativo click na Imagem

Dos 18 mortos deixados pela operação das Polícias Militar e Civil no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, na manhã desta quinta-feira (21), 13 já tiveram a identificação divulgada. Entre as vítimas da ação estão Letícia Marinho Salles, de 50 anos, que parentes afirmam ter sido baleada por policiais, e o cabo da PM Bruno de Paula Costa, de 38, atingido por criminosos.

Segundo a polícia, os outros 16 mortos confirmados seriam suspeitos que teriam trocado tiros com os agentes. Veja abaixo as identificações já reveladas:

• Letícia Marinho Salles, 50 anos

Anúncios

• Bruno de Paula Costa, 38 anos

Anúncios

• Gabriel Farias da Silva, 23 anos

• Roberto de Souza Quimer, 38 anos

• Bruno Neves Leal, 28 anos

• Bruno Luiz Soares, 35 anos

• Luiz Claudio Rozendo Lopes, 28 anos

• Anderson Luiz Bezerra Fonseca, 21 anos

• Emerson de Souza Teixeira, 21 anos

• Wellington Moura da Silva, 17 anos

• Marcos Paulo Nascimento, 22 anos

• Fernando Nascimento da Silva, 28 anos

• Diego Barboza da Silva, 28 anos

A operação tinha como objetivo, de acordo com a polícia, reprimir uma organização criminosa que comandava roubos a bancos e roubos de carga na capital, na Baixada Fluminense e no Sul Fluminense.

Letícia era moradora do Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste, e voltava para casa após visitar o namorado, que estava com ela e um primo no momento da morte. De acordo com eles, policiais alvejaram o veículo e atingiram a mulher, que foi levada à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Alemão, mas não resistiu.

O PM Bruno foi baleado quando a base da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) Nova Brasília foi atacada por criminosos, segundo a corporação. Ele foi socorrido, levado ao Hospital Getúlio Vargas, mas acabou morrendo. O policial deixou esposa e dois filhos.

Cerca de 400 agentes do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) e da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) atuaram no complexo de comunidades. A ação contou com blindados e aeronaves.

Cinco criminosos foram presos, incluindo um homem conhecido como Esquilo Doido, chamado de “matador de policiais” no estado do Pará, foi baleado na perna e está internado sob custódia no Hospital Getúlio Vargas. Os outros quatro suspeitos foram detidos no Engenho da Rainha, também na zona norte.

A polícia apreendeu, no interior da comunidade, uma metralhadora .50, que tem capacidade para derrubar helicópteros, além de dois fuzis.

A PM informou que segue com policiamento reforçado das UPPs da região. Moradores relataram ouvir tiros na comunidade. Em uma rede social, a corporação disse que equipes estão sendo atacadas.

Acompanhe Nossa Pagina no Facebook

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*