Chefe da Otan quer armas nucleares de prontidão para se proteger de ofensiva da Rússia

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O secretário-geral da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Jens Stoltenberg, causou polêmica ao afirmar que é necessário aumentar a prontidão das armas nucleares. Segundo ele, essa medida é crucial para garantir a paz entre os países membros da aliança. No entanto, a Rússia reagiu de forma negativa, classificando a declaração como uma “escalada da tensão”. Em uma entrevista ao jornal britânico ‘The Telegraph’, Stoltenberg revelou que estão em andamento discussões avançadas para que os países retirem ogivas nucleares do armazenamento e as coloquem em prontidão. Isso significa que qualquer erro estratégico por parte da Rússia poderia desencadear um conflito nuclear de proporções catastróficas. O general não entrou em detalhes sobre a quantidade de armas nucleares que devem estar operacionais, mas ressaltou a importância de consultas sobre esse tema.

Stoltenberg defende que a Otan deve manter todo tipo de armamento, incluindo armas nucleares, como forma de dissuasão. Por outro lado, o presidente russo, Vladimir Putin, tem adotado uma postura mais cautelosa em relação às armas nucleares. Ele afirma que só as utilizaria em situações extremas e acusa os Estados Unidos de provocarem uma guerra ao financiar a Ucrânia. Enquanto isso, a Otan busca demonstrar sua prontidão diante das ações agressivas da Rússia na Ucrânia, mantendo a incerteza sobre os próximos passos e o rumo que o conflito pode tomar. “Pode parecer um paradoxo, mas o caminho para a paz envolve mais armas para a Ucrânia”, disse ele no Wilson Center durante visita a Washington. Stoltenberg, que em breve deixará seu cargo à frente da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), chegou à capital americana para acertar os detalhes da próxima cúpula da aliança, que será realizada em Washington em julho, no marco de seu 75º aniversário

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