O ministro Fernando Haddad (Fazenda) não estava entre os participantes da reunião em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu um desfecho para a intensa fritura a que o então presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, vinha sendo submetido havia mais de três meses.
Segundo aliados de Lula, o chefe da Fazenda também não participou do processo que culminou com a demissão de Prates.
Visto como um aliado de Haddad no Palácio do Planalto, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, também não acompanhou a tomada final de decisão.
Na avaliação de um integrante da equipe econômica, toda a operação foi montada “na surdina”, na Casa Civil.
para que Haddad não interviesse em favor da permanência de Prates, como já fizera em abril.



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