O ministro da fazenda, Fernando Haddad, defendeu novamente a taxação de super-ricos e pediu apoio do senador americano, Bernie Sanders.
O ministro brasileiro explicou a proposta do país de fazer uma cobrança global para as corporações.
Que chegue a 20%, e um imposto de 2% para os super-ricos.
Segundo Haddad, como resultado, poderia ser criado um fundo de US$ 500 bilhões para custear ações voltadas ao combate à pobreza e às mudanças climáticas no mundo.
Essa proposta já tem apoio da França e Espanha.
Entretanto, há resistências declaradas pela Alemanha.
Durante a reunião do G20, o representante do país se posicionou contra essa proposta e a Itália também já deu sinais que não concordaria com a taxação dos super-ricos.
O Brasil avalia que é preciso continuar pressionando e quer até o final do ano.
Durante a cúpula que acontecerá no Rio de Janeiro, definir esse posicionamento.
Com isso, as pressões devem se intensificar nos próximos meses.



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