“Não haverá conflito.
Qualquer que for a decisão do presidente [Lula], nós vamos examinar se vamos manter o veto ou se vamos rejeitá-lo.
Particularmente, em relação a esse instituto [da saída temporária], houve uma decisão muito consciente do Senado e da Câmara dos Deputados”, disse Pacheco em entrevista a jornalistas.
O veto do governo esvazia parte do projeto. A proposta inicial previa a revogação total da saída de presos.
Mas foi alterada pelos senadores para permitir o benefício a detentos que estudam.
O texto proíbe a liberação temporária de presos em datas comemorativas e feriados.
“Esse instituto da saída temporária acabou sendo desvirtuado ao longo do tempo, sendo adotado sem critérios sobre a razão dele e a essência dele de ressocializar.
Houve uma opção política de extinguir a saída temporária, salvo situações específicas, que foi inclusive uma contribuição do Senado ao texto”, declarou Pacheco.
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