A produtora do filme Dark Horse, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), avalia a possibilidade de lançar o longa-metragem após a eleição de outubro deste ano. A expectativa é que a estreia nos cinemas ocorra ainda em 2026, entre novembro e dezembro.
Inicialmente, a previsão era que o filme fosse lançado antes do pleito. No início do mês, o PT acionou o Ministério Público Eleitoral (MPE), apontando um possível uso eleitoral da obra. Na semana passada, durante a primeira exibição pública para um público selecionado nos Estados Unidos, o americano Cyrus Nowrasteh, diretor de Dark Horse, chegou a dizer que esperava que a produção ajudasse a eleger o senador Flávio Bolsonaro (PL), hoje pré-candidato à Presidência.
Segundo a Go Up, o adiamento da estreia pode ocorrer porque não haveria tempo para fazer a divulgação do filme até outubro. Karina Ferreira da Gama, sócia da empresa, estaria em contato com duas distribuidoras americanas e tem dito a aliados que a etapa só poderia começar após a Copa do Mundo, que termina em 19 de julho, reduzindo o tempo hábil.
A discussão sobre a data de lançamento também é acompanhada pela família Bolsonaro. Entre aliados de Flávio, há dúvidas sobre qual seria o melhor momento para a estreia. Uma das preocupações é que o filme traga novamente ao debate a doação feita pelo banqueiro Daniel Vorcaro para a produção do longa-metragem.
O dono do Banco Master, preso por suspeita de fraude bilionária contra o sistema financeiro, enviou pelo menos R$ 61 milhões para a produção de Dark Horse. Segundo o site Intercept Brasil, Flávio chegou a negociar com o banqueiro o pagamento de R$ 134 milhões, divididos em 14 parcelas.
Com informações de Metrópoles



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