O Ministério da Saúde lançou uma nova versão da caderneta da gestante que passou a incluir orientações operacionais a respeito do aborto. O material oficial também substituiu termos tradicionais como “mãe” e “mulher” pela nomenclatura “pessoas que gestam”, segundo informações do Blog Gustavo Negreiros..
As alterações no livreto de acompanhamento médico geraram forte reação imediata de profissionais da área da saúde.
Médicos vinculados ao Conselho Federal de Medicina (CFM) criticaram a inclusão das pautas conceituais e questionaram a utilidade técnica dos novos termos adotados no material de pré-natal.
Integrantes do setor médico argumentam que a caderneta deveria focar exclusivamente no monitoramento clínico da gravidez, na proteção da saúde do bebê e no bem-estar da gestante.
Segundo especialistas, a substituição vocabular desvia o propósito original do atendimento básico de saúde.



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