Unidades da federação governadas pela direita estão no topo dos maiores salários médio do Brasil, aponta a preliminar do Censo 2022, divulgado na última semana pelo IBGE.
Entre os 10 primeiros colocados (Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás e Espírito Santo) somente os capixabas elegeram um governador de partido de esquerda, Renato Casagrande (PSB).
A média salarial nesses Estados varia de R$4.715 a R$2.718; o rendimento capixaba é o único abaixo da média nacional (R$2.851).
No fim tabela, o resultado é o contrário. Dos 10 Estados com menores salários médios, oito são da esquerda, um da direita e um “no muro”.Os oito Estados com piores resultados (em ordem: MA, PI, BA, CE, AL, PB, PA e SE) têm média salarial variando entre R$1.855 e R$2.129.
No muro, aparece Pernambuco, de Raquel Lyra (PSD), R$2.174. Que nas eleições ainda estava no PSDB e correu de Lula e Bolsonaro.
O Estado gerido pela direita é o Amazonas, governado por Wilson Lima (União Brasil). A média salarial ficou em R$2.212.



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