Em 2024, o Rio de Janeiro enfrentou um aumento alarmante no número de pessoas baleadas após entrarem por engano em favelas. De acordo com dados do Instituto Fogo Cruzado, 16 pessoas foram vítimas dessa situação, marcando o maior número desde 2016. A maioria dos incidentes ocorreu quando motoristas seguiram orientações de GPS, que os levaram a áreas controladas por traficantes e milicianos.
Entre os casos mais recentes, destaca-se o de um idoso de 68 anos em São Gonçalo e o do ex-secretário de Turismo da cidade argentina de Bariloche, Gastón Fernando, que foi baleado ao entrar no Complexo dos Prazeres — ele segue internado em estado grave. Desde 2016, 50 pessoas enfrentaram situações semelhantes, resultando em 10 mortes. Em resposta a essa crise, a Prefeitura do Rio de Janeiro implementou medidas para melhorar a sinalização.
Com o objetivo de evitar que motoristas entrem inadvertidamente em áreas perigosas.



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