O ministro Alexandre de Moraes, integrante do Supremo Tribunal Federal, revelou que uma investigação conduzida pela Polícia Federal apontou indícios de que o deputado federal Gustavo Gayer (PL- GO) teria utilizado assessores parlamentares para atender a interesses pessoais. Segundo as informações, parte das atividades privadas do deputado, que incluiriam uma loja e uma escola de inglês, estaria sendo financiada com recursos da cota parlamentar. Na decisão que autorizou a operação da PF nos endereços do deputado.
Moraes destacou que os indícios sugerem que Gayer utilizou seus secretários, pagos com dinheiro público, para realizar atividades que não têm relação com suas funções parlamentares. A investigação se concentra na suspeita de desvio de verbas da cota parlamentar, que deveriam ser destinadas a atividades legislativas.
Neste ano, Gayer declarou despesas que somam R$ 326,4 mil provenientes desses recursos. Em resposta à operação, o deputado se manifestou em um vídeo.
Onde relatou ter sido acordado com a porta de sua residência sendo arrombada pelos agentes da PF. Ele também insinuou que a investigação teria motivações políticas.
Sugerindo que a ação da Polícia Federal tinha como objetivo prejudicar seu candidato nas eleições em Goiânia.



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