Mais de 12,3 mil venezuelanos entraram no Brasil pela fronteira em Pacaraima (RR) só em agosto, primeiro mês desde o anúncio, em 29 de julho, da reeleição, acusada de fraudes, de Nicolás Maduro.
Apesar do fluxo expressivo, o mapeamento oficial, até agora, não indica o recrudescimento da imigração como produto do golpe do líder venezuelano, mas deixa claro que a crise humanitária está longe do fim. Uma consequência está no choque diário dos dramas de estrangeiros e brasileiros em busca de serviços públicos na primeira cidade impactada pela sobrecarga.



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