Após pane sofrida em viagem nesta semana, o comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), tenente-brigadeiro do ar, Marcelo Damasceno, defendeu a troca do avião presidencial.
“Pessoalmente, eu defendo [a troca]. Esse avião completa agora, em 5 de janeiro, 20 anos. Eu era comandante do esquadrão quando recebi o avião. O avião é muito seguro, mas, além disso, ele tem uma autonomia que nos atende em parte. Acho que um país como o nosso, uma potência mundial, entre as 10 economias do mundo, deve ter um avião maior. Que tenha mais autonomia, que tenha mais espaço para levar o mandatário do país.”
O comandante disse ainda que o tamanho e a posição geográfica do Brasil fazem com que haja a necessidade de aviões que possam cruzar o mundo com maior autonomia. O avião com o problema continua no México e deve ter o motor trocado para então voltar ao Brasil, acrescentou.
O atual avião presidencial não tem um sistema que expila combustível no ar. Por isso, teve que ficar voando em órbita.



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