Enquanto o número de rotas internacionais em boa parte dos aeroportos do centro-sul brasileiro se aproxima ou até ultrapassa o patamar pré-pandemia.
Os principais terminais do Nordeste ainda sofrem para recuperar a demanda de trajetos para fora do país.
É o que mostra levantamento feito pela Folha com base em dados disponibilizados pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) com informações até o mês de novembro de 2023.
O caso mais drástico é observado no aeroporto internacional do Recife, que já chegou a oferecer 16 rotas internacionais em 2018.
Nos anos seguintes, o número entrou em queda e, sob efeito das restrições impostas pela pandemia.
O patamar despencou para somente um trajeto em 2021, o que liga a capital pernambucana a Lisboa.



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