A disputa pela cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) virou mais um cabo de guerra no governo.
O ministro da Justiça, Flávio Dino, passou a ser alvo de fogo amigo ainda maior depois que seu nome ressurgiu como cotado para ocupar a cadeira da ministra Rosa Weber.
Que comanda o STF e se aposenta no fim deste mês.
A cúpula do PT prefere para a vaga o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias.
Nem mesmo o argumento de que Dino no STF abriria uma vaga para o PT no Ministério da Justiça é suficiente para garantir a ele o apoio de dirigentes petistas.
Que o veem como um adversário político desde os tempos em que era governador do Maranhão e criticam o seu protagonismo.
Embora Dino defenda Lula e o governo na guerra contra aliados de Jair Bolsonaro.
Além de ter papel de destaque na investigação dos atos de 8 de janeiro.
Sem contar o caso das joias que envolve o ex-presidente, dirigentes e ministros do PT não escondem o desconforto com essa situação.
Não são poucos os que avaliam que o protaganismo de Dino é apenas em busca de um projeto pessoal.



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