O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).
Defendeu nesta segunda-feira, 22, que “a maneira mais justa” seria que os partidos esperassem até o final do primeiro ano do governo Lula 3 para a realização de uma reforma ministerial.
“No meu ponto de vista, todos os partidos deveriam esperar a reforma ministerial que vai acontecer no final do 1º ano.
É a maneira mais justa”, disse, após meses como articulador do Centrão por cargos na Esplanada.
Ele também mostrou impaciência com os resultados da negociação até agora e cobrou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ofereça mais ministérios representativos aos partidos para ampliar sua base aliada.
O governo conseguiu 90 votos com 9 ministérios (entregues) ao PSD, MDB e União Brasil e agora quer mais 200 votos com mais um ministério, observou.
Esse único ministério citado por Lira seria a nova pasta da Micro e Pequena Empresa, proposta por Lula para acomodar o PP no governo.
O chefe do Executivo tem resistido a entregar ministérios com projetos populares, como o Desenvolvimento Social, responsável pelo Bolsa Família.
Em eventos, Lula tem elogiado o titular da pasta, Wellington Dias, e dito que “é o presidente” quem oferece cargos aos partidos, e não o contrário.
A previsão mais recente é de que trocas no primeiro escalão sejam anunciadas na próxima semana, após retorno da comitiva presidencial que está na África.
O prazo, no entanto, vem sendo repetidamente adiado.
A única definição, até o momento, é em relação aos nomes dos indicados pelo Centrão.
Os deputados federais André Fufuca (PP-MA) e Silvio Costa Filho (Republicanos-PE).



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