O Conselho Nacional Eleitoral do Equador (CNE) denunciou neste domingo, 20.
Que o sistema de votação online para os equatorianos que moram no exterior sofreu ataques cibernéticos a partir de vários países, entre eles China, Índia, Rússia e Ucrânia.
A presidente da instituição, Diana Atamaint, afirmou em uma entrevista coletiva que foi por isso que os cidadãos de fora do país encontraram dificuldades para votar.
“A plataforma de voto à distância sofreu ataques cibernéticos que afetaram a fluidez do acesso ao voto”, declarou Atamaint, além de citar os nomes de sete países que foram fontes de ataques ao sistema.
Índia, Bangladesh, Paquistão, Rússia, Ucrânia, Indonésia e China. Ela ressaltou que “os votos registrados (no exterior) não foram violados”.
Embora não tenha se referido a uma série de reclamações de emigrantes equatorianos que se queixaram de não terem conseguido votar.
O CNE, de acordo com Atamaint, tomou várias decisões depois de tomar conhecimento dos ataques. Porém ela não deu detalhes, especialmente em relação à transmissão dos resultados da votação.
Pouco mais de 13,4 milhões de equatorianos estavam habilitados a votar neste pleito.
No país sul-americano e no exterior, para presidente e deputado.



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