Nos bastidores do Exército, é dado como certo que o tenente-coronel Mauro Cid “vai pro barro”.
A gíria da caserna, usada por um oficial que comentou a situação, é usada como sinônimo de que um militar será punido.
No caso do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, a aposta é que ele será excluído da corporação e perderá sua patente caso condenado na Justiça.
Comum hipótese também considerada muito provável diante dos fatos já revelados nas investigações em que Cid está envolvido.
Cid está preso há três meses e meio num batalhão da Polícia do Exército em Brasília.
Por suspeita de ter falsificado cartões de vacinação de Bolsonaro e familiares e é investigado em outros casos.
Como o do vazamento de dados sigilosos sobre a urna eletrônica e os ataques do 8 de janeiro.



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