Após a Petrobras deixar de seguir o Preço de Paridade Internacional (PPI), os combustíveis brasileiros estão em defasagem em comparação com o cenário externo.
Segundo a Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), o cenário médio de preços está abaixo da paridade internacional, principalmente para o óleo diesel e a gasolina.
Os preços médios destes combustíveis operam com diferenciais negativos. O diesel tem defasagem de 26%, enquanto a defasagem do preço da gasolina é de 23%.
Os postos de combustíveis do país já reclamam da falta de diesel diante da queda das importações privadas nas últimas semanas.
O problema, segundo o setor, reflete das defasagens em relação às cotações internacionais que desestimulam as importações privadas do produto.
As empresas que seguem importando já começam a repassar aos consumidores a alta das cotações internacionais sobre os volumes comprados no exterior, mesmo que a Petrobras não altere o valor de venda do diesel nas suas refinarias.
As companhias de distribuição têm alegado que o motivo para esta alta no preço do diesel é a escassez do produto em todo o Brasil por causa da menor entrada de importações, diz a Abicom.



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