Nesta segunda-feira, 5, a Justiça do Rio de Janeiro negou uma liminar que pedia a suspensão da nomeação do CEO da Petrobras, Caio Paes de Andrade, como conselheiro de administração da estatal brasileira de petróleo. O pedido de suspensão do atual presidente da companhia foi feito em junho deste ano pelo presidente da Associação Nacional de Petroleiros (Anapetro), Mário Alberto Dal Zot, e pelo senador Jean Paul Prates (PT), que inclusive é cotado para ser o futuro presidente da estatal. Os dois enxergaram ilegalidades e irregularidades na condução de Paes de Andrade à posição de conselheiro e, posteriormente, de presidente presidente da Petrobras. O caminho teria sido acelerado após o recém empossado presidente da época, José Mauro Coelho, renunciar ao cargo de CEO. Ele estava à frente da empresa a pouco mais de 40 dias. A partir da renúncia, Paes de Andrade conseguiu acelerar o processo para se tornar conselheiro e presidente da companhia. O mandato dele vai até abril do ano que vem e interlocutores da estatal consultados pela Jovem Pan News revelaram que o CEO não pretende renunciar ao cargo antes deste prazo. Ou seja, o executivo pretende continuar no comando da empresa no início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Justiça nega pedido de afastamento do presidente da Petrobras



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