O Partido Liberal (PL) emitiu uma nota na tarde desta terça-feira, 29, para informar que adotará medidas que possam garantir seu direito a contestar decisões judiciais sem que a legenda sofra qualquer “retaliação” judicial. Em uma publicação em suas redes sociais, a sigla, que abrigou a candidatura à reeleição de Jair Bolsonaro à presidência, não cita o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas ressalta que as medidas deverão ser tomadas para garantir a liberdade de expressão e atividades partidárias. O assunto foi tema no programa 3 em 1, da Jovem Pan, desta terça-feira, 29. Para o comentarista Rodrigo Constantino, a sigla segue tentando todos recursos cabíveis para reverter a situação. “Sem dúvida estão tentando esgotar dentro das vias institucionais tudo aquilo que é recurso cabível. A decisão do ministro Alexandre de Moraes é esdrúxula, absurda, me parece sem precedentes. Aplicar uma multa de milhões em um partido que contratou uma auditoria independente, especializada. Nós estamos realmente flertando com uma subversão total das instituições no Brasil. A questão que se coloca é que se é possível salvar a democracia por esses instrumentos, uma vez que o recurso vai sempre cair ali no mesmo endereço, justamente aquele que deveria ser o guardião da Constituição e é o primeiro a rasgá-la. Esse é o dilema que se coloca a todos os brasileiros atentos. Eles querem salvar as instituições, a democracia, mas para fazê-lo eles precisam recorrer aquele que vem agindo de maneira, esse sim, criminosa”, comentou.
‘Estamos flertando com uma subversão total das instituições’, diz Constantino após PL anunciar medidas para preservar direitos



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