A empresa Rodobens que teve sua conta bancária bloqueada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou o envolvimento nas manifestações, em nota, nesta quinta-feira (17).
A decisão de Moraes, que realizou o bloqueio das contas de 43 pessoas e empresas possivelmente ligadas aos atos, levou em conta relatórios da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que apontam quem estaria financiando manifestações.
Empresa identificou caminhões de clientes com financiamentos na modalidade de leasing operacional
Em nota, o Banco Rodobens afirmou que ainda está sem o acesso aos autos para as devidas confirmações, mas já realizaram análises internas. “Identificamos que supostamente, dentre os caminhões, encontravam-se clientes com financiamentos na modalidade de leasing operacional, onde a propriedade é do Banco e o cliente arrendatário tem a posse direta do caminhão e pode optar, ao final do contrato, pela aquisição do bem, ou seja, não são bens de uso do Banco Rodobens. Modelo semelhante ao praticado na locação de veículos”, explicou a empresa.
Por fim, a empresa disse que não teve qualquer participação nos atos relacionados e também não autorizou qualquer pessoa ou instituição a participar das manifestações. “[A Rodobens] está atuando para que esse equívoco seja corrigido, uma vez que sempre pautou a sua atuação pela ética, nos termos estabelecidos pelo seu Código de Ética”, frisou em nota.


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