A maior parte de líderes partidários e dirigentes de siglas com representação na Câmara e no Senado se mostrou indiferente à mudança de nome do programa social Auxílio Brasil de volta para Bolsa Família.
Levantamento do Poder360 aponta que os deputados e senadores não se opõem de maneira enfática à possível ideia do PT de alterar o nome. Grande parte, entretanto, tergiversa sobre o tema, ou seja, não se posiciona a favor nem contra a alteração.
A MP (medida provisória) que criou o Auxílio Brasil e substituiu o Bolsa Família foi aprovada por 344 deputados em 2021.
“O nome pouco importa. O importante é ajudar o povo. Não vejo relevância em mudar nome. Precisa ver na bancada”, afirmou o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira.
O próprio PT parece não estar preocupado com a mudança de nome, pelo menos não em 2022. Na quinta-feira (3.nov.2022), em conversa com jornalistas, o coordenador da transição e vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, descartou sugerir a alteração. Mas ao apresentar a PEC fura-teto, sempre que mencionava o benefício para 2023 o denominava como “Bolsa Família”.



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